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quarta-feira, 1 de julho de 2009

Concurso: Quem é o autor da afirmação???

«Esta actuação do Governo é absolutamente lamentável e inaceitável»
Solução surpresa: António Costa a propósito do Ministério das Obras Públicas e da alteração no conselho de administração do Metropolitano de Lisboa. E ainda a disputa legislativas/autárquicas vai no adro. Desconfio que vão ser eles a malhar neles.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Põe-te manso!!

A fera da tarde fez-se mansa à noite.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Onde ficou a Nave da presidente do Conselho Nacional de Educação?

Numa entrevista ao Jornal Público a presidente do CNE faz afirmações extraordinárias para quem se diz investigadora com percepção do terreno. Diz a Sr.ª a propósito do problema de consolidação de competências: «Hoje em dia, temos mais capacidade para resolver problemas, mas para isso, os professores têm que trabalhar mais. Não podem ser só as famílias, embora estas sejam importantes; é a escola que tem que ter muito mais responsabilidade.» Patetice de quem não percebe que neste pais existem gigantescas franjas da sociedade cujas famílias desvalorizam a escola e a educação global dos seus educandos. Famílias que nem sequer apoiam os seus filhos na preparação do material para o dia seguinte. Patetice de quem considera que os professores têm de trabalhar mais em detrimento de mais recursos diferenciados para as escolas. Não faltam exemplos de disciplinas em que detectadas as necessidades dos alunos, têm professores a realizar aulas de apoio pedagógico acrescido a grupos grandes, que incluem muitas vezes alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente. As escolas têm que ter mais responsabilidades, subscrevo, mas também têm de ter mais autonomia para responder efectivamente às suas reais necessidades. Afirma ainda, «É muito importante o trabalho em sala de aula, porque se o aluno tiver que trabalhar, não pode fazer gazeta e aprende» Patetice porque revela não perceber que os alunos que faltam, por norma às aulas, fazem-no para evitar o trabalho. Gostar da escola não é sinónimo de gostar de realizar esforços cognitivos. Por fim, a parolice do costume. O recurso a exemplos de países que Nada têm que ver com a reaidade portuguesa para justificar opções/decisões, «Na Finlândia, há alunos dessas idades [10 a 12 anos] a estudar cinco línguas, há percursos muito centrados nas línguas porque os finlandeses dizem que são um país periférico e têm que aprender.» Está bem entregue o CNE!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

É preciso muita fé, mas muita fé mesmo

«7 — A palavra do Deputado faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais. Quando for invocado o motivo de doença, poderá, porém, ser exigido atestado médico caso a situação se prolongue por mais de uma semana.»
In Resolução da Assembleia da República n.º 21/2009 que aprova o regime de presenças e faltas ao Plenário
pergunto:
1- porque é que os restantes funcionários não são dignos da mesma forte e inabalável convicção?
2- porque é que esta absoluta confiança passa a ser posta em causa quando a doença é mais grave e, por isso, obrigue o(a) deputado(a) a ficar impossibilitado(a) de trabalhar para além de uma semana?
3- terá esta fé alguma coisa a ver com aquele episódio em que um projecto de lei (avaliação de desempenho docente) não foi aprovado porque faltaram muitos deputados?
4- esta confiança estará apoiada na aplicação periódica de instrumentos de avaliação rigorosos como o polígrafo?

quarta-feira, 25 de março de 2009

O CUP e tal

Ao abrigo de um programa de cooperação entre a Universidade de Lisboa e a Caixa Geral de Depósitos, os primeiros atribuem aos segundos a gestão dos cartões universitários para a população escolar, com a promessa de condições especiais para os alunos. O cartão das universidades e politécnicos - CUP- é só o único cartão de identificação académica dos alunos da Universidade de Lisboa. O que eu não percebo é porque carga de água é que uma instituição bancária é responsável pela emissão do CUP, quando eu pago as propinas a uma Faculdade da Universidade de Lisboa. Tudo isto se passa sem direito de opção se quero que os meus dados sejam passados a uma entidade que nada tem a ver com a Universidade. É automático matriculamo-nos e os dados vão direitinhos para a CGD, os alunos só devem procurar a agência para seleccionarem se querem um cartão bancário ou não bancário. Coisa que passa ao lado de distraidinhas como eu. Confesso que torço o nariz e tenho as maiores dúvidas quanto a este processo. Ainda não recebi o meu o que me impossibilita, nomeadamente de requisitar livros noutras bibliotecas.

Devo dizer que o contacto telefónico com a funcionária da CGD da Alameda da Universidade revelou-se esclarecedor, tendo esta demostrado grande simpatia e prontidão para resolver o meu problema, mesmo à distância. That's not the issue!

quarta-feira, 18 de março de 2009

“Vão mas é chatear o Sócrates…”

De acordo com a notícia do Expresso numa das escutas realizadas pela PJ a um dos suspeitos do caso Freeport/ Freepor (dependendo da habilidade com que se domina a língua inglesa), consta a afirmação: “Vão mas é chatear o Sócrates porque ele é que recebeu os 500 mil”. Passaram três anos para que esta escuta fosse incluída no processo do referido caso.
Dou comigo a matutar se não será caso de lançar uma petição/moção/movimento para que, em nome da sua memória, este homem veja o seu nome limpo.

terça-feira, 10 de março de 2009

sexta-feira, 6 de março de 2009

Comprovado: o meu cabelo ganhou vida própria

Superado o momento de negação, seguido de pânico, aqui estou eu de cabeça envolta numa loção que se pretende eficaz. Nestes 15 minutos, em que tento esquecer as sevícias a que o pente “arrasta piolhos” me vai sujeitar, aproveito para me dedicar a algumas reflexões: 1) em pleno século XXI há jovens, alunos de escolas urbanas, que vivem em situações de higiene muito, muito precárias e esquecidas. Não se pode incorporar ao Magalhães um software que acabe com esta praga? Talvez assim mereçam a atenção devida. 2) não me conformo pelo facto de esta contaminação não estar reconhecida como acidente de trabalho, afinal quem me reembolsa os €20 gastos na loção? 3) por fim,
estou a equacionar, muito seriamente, fazer prova junto do meu Presidente do Conselho Executivo para que este a tome como critério de evidência na minha avaliação individual. E agora vou pentear-me, oxalá...